Estamos de parabéns – O Jornal de Mafra faz hoje 3 anos

São três anos de actividade de um jornal regional que queremos moderno, independente, inovador e focado no que é importante, ou seja, em levar a notícia ao leitor sem deixar nada esquecido no fundo da gaveta.

No plano empresarial, o Jornal de Mafra é uma empresa privada. Pagamos impostos, cumprimos a lei de imprensa e estamos credenciados para exercer a nossa actividade, porque a lei deve ser cumprida, e é assim que acontece em quase todo o país.

Não recebemos subsídios do estado, na sua dimensão local ou nacional, não nos apoiamos financeiramente nos impostos dos munícipes ou dos contribuintes, não somos financiados por grupos de interesses ou por qualquer tipo de organização industrial, comercial, institucional (excepto quando inserimos publicidade paga) ou política. Não estamos, nem nunca viremos a estar dependentes de qualquer estrutura local, de qualquer tipo e a qualquer nível.

Assim continuaremos, independentes, críticos, curiosos e sempre atentos ao pedaço de cidadania que vive em toda a notícia, seja ela desportiva, cultural, económica, lúdica ou política. Viemos para ficar. Contem connosco

Não nos filiamos em igrejas, partidos ou estruturas de poder formais ou informais, não nos guiamos por interesses comerciais, não nos colamos a agendas pessoais mal disfarçadas, não parasitamos dinheiros públicos. Não estamos refugiados em edifícios do estado (central ou local) beneficiando de rendas financiadas, não nos fazemos valer de angariadores informais de publicidade. Não somos incubus em estruturas mais ou menos modernaças que mais não são do que formas de proteger aqueles que em concorrência saudável, aquela que luta com as mesmas armas, rapidamente claudicariam/claudicaram.

Fazemos da informação política um dos principais temas do jornal. Somos o único jornal do concelho a dar voz a todas as correntes de pensamento, mesmo aquelas que fogem de nós “como o diabo foge da cruz”. Esta é uma forma de exercer cidadania, revelando aquilo que possa estar oculto, levando a muitos mais aquilo que já é público, contribuindo, ao nosso modesto nível, com a ajuda dos nossos excelentes colaboradores, para a formação de uma cidadania mais forte e mais activa, na perspectiva de que ela contribuirá decisivamente para o desenvolvimento, a modernização e o progresso da região onde nos inserimos.

Assim continuaremos, independentes, críticos, curiosos, disponíveis – o JM é o único órgão de comunicação social que dá voz as todas as correntes de pensamento – e sempre atentos ao pedaço de cidadania que vive em toda a notícia, seja ela desportiva, cultural, económica, lúdica ou política.

Um obrigado a todos aqueles que têm feito este caminho connosco, aos que nos incitam a continuar, aos que nos criticam porque querem que sejamos melhores, e aos outros também, uma vez que em informação, como em termos de cidadania, a unanimidade nunca constrói.

Viemos para ficar. Contem connosco.

 

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