Covid-19 | 7 novos casos no Concelho de Mafra nas últimas 24h

A Câmara de Mafra publicou esta manhã na sua página a atualização, ao dia de ontem, 23 de setembro, do ponto de situação de pandemia causada pelo Covid-19 no concelho de Mafra, assim como a divisão dos casos pelas freguesias.

Até ao momento, contabiliza-se o total de 663 casos confirmados, dos quais 540 recuperados (81,45%).

Assim, o ponto de situação no concelho de Mafra é o seguinte:

  • Casos confirmados: 663 (+7 nas últimas 24h)
  • Casos confirmados ativos: 106 (+3 na últimas 24h)
  • Casos suspeitos: 50 (-34 últimas 24h)
  • Contactos em vigilância: 435 (+122 nas últimas 24h)
  • Casos recuperados: 540 (+4 nas últimas 24h)
  • nº de óbitos: 17 (0 nas últimas 24h)

Registaram-se 7 novos casos no concelho, casos que surgiram nas freguesias de Mafra (1) e Santo Isidoro (1) e nas uniões de freguesia de Igreja Nova e Cheleiros (2), Malveira e S. Miguel de Alcainça (1) e Venda do Pinheiro e S. Estêvão das Galés (2).

 

Os casos estão distribuídos pelas freguesias/união de freguesias do seguinte modo

Distribuição dos casos ativos vs recuperados por Freguesia/ União de freguesia

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One Thought to “Covid-19 | 7 novos casos no Concelho de Mafra nas últimas 24h”

  1. Maria Gaspar

    Milharado continua a liderar o número de casos ativos e de mortos proporcionalmente a à sua densidade populacional.
    Na Póvoa da Galega onde vivo, a higiene local começa no Trancão, que mais parece um esgoto a céu aberto do que um rio, por ser tão preto e fedorento, e ninguém consegue resolver a situação. Há pelo menos há 25 anos que oiço dizer que o vão resolver a poluição do Trancão, mas cada vez está pior e vai poluir o Tejo.
    Recentemente na Póvoa, já retiraram parte do muito lixo acumulado durante anos em redor dos caixotes de lixo, o que é de louvar, mas muito ainda lá está e atrai ratazanas, gera bactérias nocivas e põe em perigo a saúde da população local.
    Não é fácil, eu sei, quando digo às pessoas que devem desmanchar as embalagens para caberem melhor nos contentores, respondem-me que pagam impostos para o lixo, por isso não têm que o fazer.
    Falta de cultura e maus hábitos enraizados durantes anos, só com resiliência se conseguem alterar, em benefício de todos e com o COVID ainda mais necessário é.
    .

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