Torres Vedras | Inicio das obras da escola básica 2/3 de Freiria

A escola básica 2/3 de Freiria “teve um processo complexo, um processo que não foi fácil chegar até aqui” na medida em que é da responsabilidade do governo a sua execução, governo que delegou essa responsabilidade na Câmara Municipal de Torres Vedras. Neste momento o projeto esta para visto do Tribunal de Contas, devendo as obras iniciar-se logo que o visto seja emitido. Carlos Bernardes referiu que “os prazos estão a decorrer para que a obra tenha início nos primeiros dias de janeiro de acordo com os prazos e as indicações que nos temos. A partir dai vamos ter um desafio pela frente que é ter aulas ao mesmo tempo que as obras decorrem”.

A CMTV aprovou já na sua penúltima reunião a aquisição de um conjunto de módulos onde os alunos irão ter aulas durante o período em que as obras decorram.

O cronograma do município para  a execução da escola do 1º ciclo foi divulgado, por Carlos Bernardes, nestes termos “estamos a trabalhar paralelamente na escola do 1º ciclo estando o estudo prévio concluído e este ano será desenvolvido o concurso para as especialidades nas engenharias, ou seja, toda a vertente do betão, a parte elétrica, a parte dos sistemas de AVAC e depois encontrar “a janela de oportunidade” para o financiamento”.

O Vereador Marco Claudino (Juntos Somos Mais fortes – PSD/CDS-PP) questionou o presidente sobre o início efetivo das obras na escola do 1º ciclo, uma vez que o que inicialmente o executivo havia assumido, até por uma questão de poupança e por causa da questão do amianto, que “quando o estado fizesse a escola básica fosse também feita a do 1º ciclo pela câmara municipal”. A esta questão respondeu o presidente da câmara, voltando a referir que o estudo prévio está concluído, mas não garantiu datas, uma vez que, disse, não depende tudo do executivo e por isso “não quero referir que é no mês A ou no mês B porque não quero falhar”.

Pedro Bernardes, presidente da junta de freguesia de Freiria (Juntos Somos Mais fortes – PSD/CDS-PP) lançou então um repto ao presidente da Câmara ao dizer estar “disponível para receber o seu telefonema a dizer, Pedro é antes do Natal que vamos ter o lançamento da 1ª pedra”.

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