PS Mafra acusa Hélder Sousa Silva de populismo a propósito da “situação de alerta” municipal declarada pela Câmara

PS Mafra acusa Hélder Sousa Silva de populismo a propósito da “situação de alerta” declarada pela Câmara

 

Em email enviado às redações, o secretariado do Partido Socialista de Mafra expressa  “a sua preocupação pela vaga de populismo encetada pelo Presidente da Câmara de Mafra e pela vereadora responsável pelo pelouro da Proteção Civil no concelho de Mafra sobre a greve dos motoristas de transportes de matérias perigosas“.

Na mesma comunicação do PS Mafra pode ler-se que “[…] através de um comunicado da “Proteção Civil de Mafra” os eleitos do PSD na  Câmara Municipal Mafra representaram e analisaram mal as consequências e repercussões sobre o que afirmaram, criando, desta forma, mais problemas e alarmismo, do que soluções“. Elencam-se de seguida as razões que, segundo aquela força política, suportam a afirmação anterior.

1- O Governo nacional já decretou serviços mínimos de abastecimento aos postos de combustíveis, entre 50% a 100%, a partir do início da suposta greve.
2- O Governo nacional decretou que os abastecimentos a veículos não prioritários só podem ocorrer até aos 15 litros por veículo.
3- O Governo nacional colocou em regime especial de serviços mínimos dois postos de abastecimento no concelho: um em Mafra outro na Malveira.
4- O pré-aviso de greve só vai ser ratificado pelos sindicatos no próximo sábado.
5- O presidente da Câmara eleito pelo PSD actuou de forma insensata e ultrapassou as suas competências.
6- O Concelho de Mafra não vive ao dia de hoje qualquer emergência energética. Mais: quem abastecer hoje o seu veículo e o utilizar de forma regular vai ter de o abastecer de novo nos primeiros dias da próxima semana.
7- A inexistência de qualquer emergência energética, retira legitimidade ao presidente da autarquia para propalar essa mesma emergência, sem aprovar qualquer decisão em reunião de executivo.
8- É proibido por Lei o armazenamento de combustível.

Esta comunicação prossegue afirmando que “O Presidente e a vereadora da Protecção Civil da Câmara Municipal Mafra, têm que explicar o critério que utilizaram para elaborarem lista de associações e empresas municipais com direito de abastecimento prioritário, deixando de fora outras, como as Águas do Tejo Atlântico, que prestam serviço de saneamento em alta. Em democracia e num Estado Democrático os princípios são gerais e universais para todas as entidades, públicas e privadas”. Conclui o comunicado com a afirmação de que “o concelho de Mafra não é uma ilha, mas sim um território envolvido numa área urbana e qualquer solução ou sinergia que não esteja dentro da globalidade do território é mais um problema que uma solução para os cidadãos”.

Os sublinhados são da responsabilidade do JM.

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