Mafra | Inauguração do Mosteiro Budista Sumedharama

No domingo, 4 de novembro, será celebrada a Primeira Kathina em Sumedharama, no novo Mosteiro Budista de Mafra. A cerimónia  contará com a presença de Luang Por Sumedho

“Nesta ocasião e unindo uma vez mais e de uma maneira muito simbólica o Ocidente e o Oriente teremos também a plantação de duas árvores: a Árvore de Bodhi, simbolizando a Iluminação e a sabedoria do Oriente, e o Sobreiro, árvore nativa de Portugal, típica da região simbolizando a nossa flora original e as tradições ancestrais do Ocidente”.

 

Data: 4 de novembro
Local: Mosteiro Budista Sumedharama (Caminho do Vale Grande, Fonte Boa dos Nabos)

Programa:

9h30 – Chegada ao Mosteiro (traga uma refeição para partilhar)

10h00 – Pedido dos cinco preceitos, seguido de cânticos

10h30 – Oferta de arroz (Pindapat)

11h00 – Oferta de refeição aos monges e almoço para a comunidade leiga

12h30 –  A comunidade oferece o tradicional hábito monástico

13h00  – Luang Por Sumedho planta a Àrvore de Bodhi no Novo Terreno do mosteiro

13h15 – O Sr. Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Dr. Hélder de Sousa Silva, planta um Sobreiro no Novo Terreno do Mosteiro

13h30 – O Sr. Presidente da Câmara faz um pequeno discurso

13h45 – Palestra por Ajahn Sumedho

A partir das 15h00 – Conversa informal com os monges.

 

“Reza a história, que no fim desse período, o Buddha permitiu que os monges procurassem tecido com o qual poderiam remendar o seu hábito antigo ou mesmo fazer um novo. Os tecidos que os monges recolhiam consistiam em trapos que haviam sido deitados fora. Com o passar do tempo as pessoas, apercebendo-se desta necessidade, começaram a pendurar tecido nas árvores para que os monges os pudessem ‘encontrar’. O costume desenvolveu-se então de forma a que não eram deixados apenas pedaços de tecido nas árvores, mas também os hábitos já feitos. As pessoas viram aqui uma oportunidade de fazer ofertas de outros requisitos aos monges, como um gesto de suporte e apreciação da prática destes. Criou-se assim a cerimónia chamada Kathina, sendo este o nome do tear que os monges usam para costurar os seus hábitos com os tecidos oferecidos.”
O Sangha da Floresta

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