7º Aniversário da Reserva Mundial de Surf da Ericeira

A 14 de outubro de 2011 nascia na Ericeira a Reserva Mundial de Surf. A primeira até hoje a nível europeu e a 2.ª Reserva a ser distinguida a nível mundial.

A consagração que lhe foi concedida após negociação com a organização internacional Save the Waves Coalition deveu-se à “qualidade e à consistência das ondas, à importante história e cultura de surf local, à riqueza e sensibilidade ambiental da área e, ainda, à forte mobilização da comunidade”.

A reserva estende-se ao longo de 4 Km, entre as praias da Empa e de São Lourenço, sendo as suas 7 ondas: Pedra Branca, Reef, Ribeira d’Ilhas, Cave, Crazy Left, Coxos e São Lourenço. A diversidade de ondas na área, juntamente com seus vários graus de dificuldade, oferecem oportunidades consistentes para todos os níveis de surfistas, de iniciantes a profissionais.

Em junho de 2016, a Reserva Mundial de Surf da Ericeira ganhou um Centro de Interpretativo. Este projecto, cuja peça fundamental é uma mesa interactiva, com uma maquete topográfica da Reserva de Surf da Ericeira, foi concebido para atrair não só os surfistas e os turistas, mas também a população local.

Em março de 2017 a reserva passou a ter um guardião, o Guardião da Reserva Mundial de Surf da Ericeira, que faz a capa deste artigo. Sobre a estátua, José Queiroz o seu autor refere que “O surfista apresenta-se como se tivesse sofrido uma transformação anatómica causada pela adaptação ao meio aquático, inspirada pelo próprio movimento da água. Desta forma, assinala-se a extraordinária capacidade de adaptação do Homem, reinventando-se para evoluir”.

As 10 reservas mundiais de surf são:

  • Malibu, Califórnia, EUA (outubro de 2010)
  • Ericeira, Portugal (outubro de 2011)
  • Manly Beach, Austrália (março de 2012)
  • Santa Cruz, Califórnia, EUA (abril de 2012)
  • Huanchaco, Perú (outubro de 2013)
  • Bahia de Todos Santos, Baja, México (junho de 2014)
  • Gold Coast, Australia  (março de 2016)
  • Punta de Lobos, Chile (novembro de 2018)
  • Guarda do Embaú, Brasil (aprovado em outubro de 2016)
  • Noosa, Queensland, Austrália (aprovada em novembro 2017)

O real impacto deste reconhecimento está ainda por fazer.

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