CDS-PP de Mafra aumenta número de representantes na distrital

Após as eleições para a Comissão politica Distrital de Lisboa do CDS-PP, que ontem decorreram, a concelhia de Mafra daquele partido elegeu dois membros para aquela estrutura distrital.

Foram eleitos Mário de Sousa e Alves Pardal, que a partir de agora representarão a estrutura concelhia de Mafra daquele partido, a nível distrital.

A propósito desta eleição e ainda sem que se conhecessem os resultados FINAIS, estivemos à conversa com Mário de Sousa, actual Presidente da concelhia de Mafra do CDS-PP.

Os resultados daquele partido nas últimas eleições autárquicas no concelho de Mafra, não foram muito entusiasmantes, por isso, quisemos saber, como é que, mesmo assim, os eleitos de Mafra para a comissão política distrital, aumentavam de 1 para 2.  Mário de Sousa ligou aqueles resultados menos bons com a dificuldades em fazer passar a mensagem do CDS-PP a nível do concelho e ao receio que as pessoas sentem, de poderem vir a ser prejudicadas pela opinião expressa. Apoiado numa numa equipa nova, e recusando um discurso de “bota abaixo”, decidiu Mário de Sousa, que o melhor seria optar por uma estratégia que “passa por visitar pessoas que exercem profissões liberais, empresários individuais, que fazem coisas magníficas, mas que não têm qualquer tipo de visibilidade, assim, a ideia é começar a dar visibilidade a essas pessoas, e isso, independentemente de essas pessoas terem a mesma ideologia que nós”. Relativamente à passagem de 1 para 2 representantes na distrital, Mário de Sousa afirma que isso significa sobretudo um voto de confiança na actual concelhia de Mafra do CDS-PP.

Embora a concelhia de Mafra do CDS-PP pertença á distrital de Lisboa, Mário de Sousa não afasta de todo a possibilidade de passar para a organização do Oeste, uma vez que passaria a ser a concelhia com mais filiados, 140. No entanto, disse, esta situação carecerá ainda de esclarecimento a nível das estruturas daquele partido.

Quisemos finalmente saber por que razão a lista candidata à distrital do CDS-PP tem representantes de todas as concelhias, excepto da concelhia de Sintra. Mário de Sousa, referindo estar a exprimir a sua opinião pessoal, classificou este caso como “complicado”, uma vez que não haverá entendimento entre os filiados do CDS-PP na concelhia de Sintra, isto, desde que surgiu uma divisão entre aqueles que nas últimas autárquicas, apoiaram a coligação com o PSD e aqueles que queriam que o CDS-PP fosse a votos sozinho. “Quem perde com esta situação é o partido, porque a comissão política de Sintra é muito importante e tem um número de militantes demasiadamente importante, para se poder dar ao luxo de andar com este tipo de quezílias”.

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