II Treino Operacional de Fogo Controlado em Mafra

Durante esta semana Mafra está a ser palco do II Treino Operacional de Fogo Controlado, o “Flamework 2018”. O Treino, no qual estão envolvidas cerca de 60 pessoas, conta com um “programa de exercícios de uso do fogo para técnicos de fogo controlado (profissionais), onde se pretende expandir o conhecimento individual e coletivo permitindo a oportunidade de intercâmbio técnico-científico sobre o uso do fogo como ferramenta de gestão do território”.

Este exercício destinado aos profissionais permitirá que estes “ganhem/troquem experiência, aprendam sobre várias áreas relacionadas com o uso do fogo e experimentem as suas capacidades, fora do seu cenário de trabalho normal e habitual” onde vão ser executadas tarefas “desde a fase de planeamento, à execução e aos briefings de avaliação”.

Vão ser executadas “ações de gestão de combustíveis com o uso de fogo controlado”, acções que terão lugar no Gradil, Malveira, Enxara do Bispo e Milharado, de modo a “exercitar a articulação operacional entre os técnicos de queima, equipas operacionais de queima e os elementos das várias entidades que compõem o dispositivo.”

 

No dia 19 de Abril, estão previstas queimas nas seguintes 5 áreas – 12 parcelas:

Quinta da Barroca– Gradil/Chanca – 2 parcelas
Lobo Ibérico/ Gradil – 2 parcelas
Malveira- Monte Leite – 3 parcelas
Quinta da Mata– Milharado – 4 parcelas
Serra do Socorro – Enxara do Bispo– 1 parcela
Azenha / Milharado – 2 parcelas (suplente)

O treino operacional de fogo controlado será apoiado por elementos do Serviço Municipal de Protecção Civil e das Corporações de bombeiros da Malveira, Mafra e Ericeira.

O ”Flamework 2018” conta com o apoio da Escola Agrária de Coimbra, o SMPC da Lourinhã, FEB, GIPS e ICNF.

 

Como vem sendo habitual, a informação que está na base desta notícia tem origem em fontes exteriores ao concelho de Mafra.

Por aqui, não se conhecem ainda conceitos antigos, como, as simples notas de imprensa, transparência na disponibilização da informação e respeito pelos órgãos de comunicação social que trabalham no concelho e aqui pagam impostos. Se, para além disso, não dependerem de subsídios ou de logística dependente das autoridades administrativas, como é o nosso caso, então, o esforço para chegar à notícia é habitualmente muito maior.

 

As imagens mostram as áreas onde irá ocorrer fogo controlado.

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