Dia 7 de Abril é Dia Mundial da Saúde

Desde 1950, que no dia 7 de abril se celebra o Dia Mundial da Saúde. A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) na sua primeira assembleia em 1948.

“Sabia que metade da população mundial não tem acesso a serviços de saúde básicos? E que 100 milhões de pessoas são condenadas a uma pobreza extrema por causa dos custos dos serviços de saúde?

Infelizmente estes números representam uma realidade ainda muito preocupante sendo por isso que o Dia Mundial da Saúde é essencial. Para que a sociedade seja alertada para temas-chave na área da saúde que afectam a humanidade. Para que se desenvolvem actividades com vista à promoção do bem-estar das populações. Para que a saúde humana seja reconhecida como um direito básico de qualquer pessoa.”
ONU Portugal

O tema deste ano do Dia Mundial da Saúde de 2018 é “Cobertura Universal de Saúde: para todos, em todo o lado”,  e António Guterres, secretário-geral da ONU, relembrou que “usufruir do melhor estado de saúde possível é um dos direitos fundamentais de todos os seres humanos” e que “a esperança média de vida em todo o mundo aumentou 23 anos” mas “pessoas em todo o mundo ainda têm falta de acesso a serviços vitais de saúde.” Pelo que é necessário “garantir que toda a gente, em todos os lugares, tenham os cuidados de saúde de que precisam.”

O Dia Mundial da Saúde foi assinalado em Lisboa com uma cerimonia que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian.

A directora-geral da Saúde afirmou que “o estado da saúde em Portugal melhorou consideravelmente ao longo da última década” e que “as pessoas vivem mais tempo” sendo a esperança média de vida de 81,3 anos. Acrescentando que “viver mais é uma conquista, viver melhor e com menos desigualdades é um desafio”. Sendo que as desigualdades “ao nível da saúde estão relacionadas com determinantes associadas às condições de vida, de trabalho e ao meio físico em que as pessoas vivem” pelo que “os determinantes sociais e ambientais devem estar no topo das nossas preocupações”.

Adalberto Campos Fernandes, Ministro da Saúde, referiu que “nós não podemos infantilizar a sociedade. Não podemos fazer de conta que, pela simples circunstância de termos estudado e sermos profissionais de saúde, sabemos mais sobre as necessidades de saúde dos cidadãos do que eles próprios”, referiu ainda que se deve “encontrar uma fórmula de equilíbrio virtuoso” no investimento que consolide o acesso universal à saúde.

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