Queixa relativa aos serviços (falta deles) da MEO na área do Codeçal

A 40 km de Lisboa. parece terem limpado alguma da imensa mata, além dos fios aéreos da MEO na Murgeira, ficando o Codeçal e sobretudo os idosos e doentes, isolados e por isso em risco, em virtude da falta e de Internet há cerca de uma semana. A MEO não dá respostas e os autarcas também não, porque o urbanismo não inclui coisas tão essenciais como infraestruturas de telecomunicações. Esta situação como outras dá uma imagem nítida do desamparo e da falta de proteção civil que Munícipes sofrem quando pagam IMI equivalente ao do centro de Lisboa, plena de acessibilidades, infraestruturas, equipamentos, transportes e, sobretudo resposta às emergências.

[…]

A situação que perdurou [falha nas telecomunicações] desde o dia 21 de fevereiro foi resolvida ontem ao final do dia, […] sobretudo pondo em risco a população mais fragilizada, sem qualquer intervenção do governo local que sobrevive às custas das populações.

Mafra, terra dos meus avós maternos, está longe  de poder contribuir para a área metropolitana onde está integrada, pela organização feudal do poder local, autismo e falta de gente competente e com formação à frente dos destinos dos cidadãos, incompatível com o conceito de governance.

Terra dos patrões com habilitações inferiores aos dos empregados onde nem o mais dedicado agricultor consegue plantar a semente de mudança.  E saloia sou eu.
Sendo leitora dos vossos conteúdos, não saberá da missa a metade do que por aqui se passa.

 

[O Jornal de Mafra sabe que, entretanto, após 24 horas com serviço, tudo voltou à forma inicial. A falta de serviço manter-se-à até à data da publicação deste artigo]

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