Crónicas de Jorge C Ferreira | Crónica Vadia

Crónica Vadia   Podia continuar a falar do problema da Catalunha, seria a “Catalunha III”. Podia mas não me apetece! Podia falar das desgraças do meu País e da Galiza, dos fogos eternos, dos mortos e das labaredas, do populismo reles dos que cavalgam as desgraças, das meias medidas e das meias tintas. Podia mas cansa-me! Podia falar das armas que aparecem e desaparecem, desse filme mal contado e de fraco guião que se chama Tancos. Podia mas não tenho pachorra! “Tudo para Tancos” como aprendeu a dizer o meu…

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Crónicas de Jorge C Ferreira | A Catalunha II

A Catalunha II   A Catalunha, para mim, é passear pela Barcelona de Gaudi, percorrer o bairro gótico, dormir na “Plaza del Angel”, ir ver Picasso e Miró nos seus museus, subir e descer as ramblas, tomar um café no “Café de L’Òpera”, ir ao “Gran Teatro do Liceo”, comprar uma flor em “La Boqueria”, trepar até Montjuich, ir ver o mar na “Barceloneta”, andar naquele tremendo teleférico e acabar a ver jogar o Barça em “Camp Nou”. É também ir ver o outro colorido da festa a Stiges, visitar…

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Crónicas de Jorge C Ferreira | A Catalunha

[sg_popup id=”12″ event=”onload”][/sg_popup]A Catalunha   Ponto prévio: Não sou a favor ou contra a independência da Catalunha, sou a favor do direito de decidir. Sou contra proibições, chantagens e qualquer tipo de violência. Desde que cheguei tenho sido um ouvinte atento. Não só dos palradores de serviço nas televisões, mas dos amigos, da gente da rua, dos que jogam jogos antigos em mesas de pedra. Tenho ouvido muitas vozes e a todas dou ouvidos. Não gosto dos fanáticos, perdem a razão, ferem-me os ouvidos. Gosto da gente civilizada que admite…

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Crónicas de Jorge C Ferreira | Uma Estrela

Uma Estrela   Chegou um dia vinda do mais profundo de um país continente. Não sabemos quantos dias e quantas noites  demorou a chegar, não sabemos se veio numa nau antiga ou na asa de um moderno avião. Também tudo isso pouco  interessa… Chegou, trouxe uma doçura na boca, um sorriso no corpo e uma desembaraçada forma de querer ser. O seu nome começa por “T”. É nova, muito nova. Se fosse minha filha, eu seria um pai tardio. É bonita. Tem um sorriso que encanta. Trabalha. Claro que trabalha!…

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Crónicas de Jorge C Ferreira | O Apagão

O Apagão   Um tempo de esquecimento. O esquecermos e o sermos esquecidos. As ruas sem saída. Há quem lhes chame becos. De beco em beco nos vamos passeando. Um passeio sem calçada. Uma ilha abandonada. Uma onda gigante que tudo leva. Um vazio. Um oco pensar. Salvaram-se os que chegaram ao cimo da montanha. Sermos meninos de novo. Brincarmos ao antigamente. Jogos muito antigos. Coisas de paciência. A paciência a faltar. Quadrados, losangos, círculos. Construções de destruir. Desconstruir a realidade. As cores berrantes. As primárias ilusões. Uma festa para…

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