19 ABR 2017 | Curtas | JM

Segundo dados da  Direção-Geral da Saúde (DGS), “Não há razões para temer uma epidemia de grande magnitude”, uma vez que em Portugal, “a cobertura vacinal em relação ao sarampo é muito alta (98% para a primeira dose e 95% para a segunda dose).”

A vacinação é a principal medida de prevenção contra a doença, é gratuita e está disponível.

O sarampo é uma doença infecciosa contagiosa e, nalguns casos, pode ser grave ou mesmo fatal. Transmite-se por via aérea, por exemplo, através da tosse.
O período de incubação dura entre 10 a 12 dias, mas pode variar entre 7 e 21 dias. A doença é contagiosa desde 4 dias antes de surgirem as borbulhas no corpo, e até 4 dias depois.

 

Sintomas
Os sintomas são febre (igual ou superior a 38 ºC), conjuntivite, nariz a pingar e tosse. A seguir, chegam uns pequenos pontos brancos na boca (manchas de Koplik), normalmente 1 a 2 dias antes de o corpo ficar cheio de borbulhas ou, como dizem os médicos, de exantema maculopapular. Primeiro no rosto, depois o tronco e, por último nas pernas. As borbulhas duram 4 a 7 dias e, na fase final, a pele descama.
A DGS alerta para que “Em pessoas vacinadas a doença pode, eventualmente, surgir mas com um quadro clínico mais ligeiro e menos contagioso.”
Tratamento
O tratamento consiste em “manter o doente confortável e em aliviar os sintomas até eles desaparecerem.”

Complicações
As complicações do sarampo podem incluir otite média, pneumonia, bronquite, convulsões febris e encefalite.

 

A DGS esclarece ainda que “A rede de equipas de saúde escolar e todas as unidades dependentes do Ministério da Saúde estão disponíveis para apoiar a Comunidade Escolar.
A Direção-Geral da Saúde, através do endereço infosarampo@dgs.pt, presta informações aos representantes da Comunidade Escolar. Por outro lado, a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) assegura, como habitualmente, respostas concretas às questões colocadas pelo telefone.
A Direção-Geral da Saúde continua a monitorizar a situação e a informar a sua evolução, em conjunto com outras instituições dos Ministérios da Saúde e da Educação.”

 

 [Foto@divulgação]

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