09 MAI 2017 | Curtas | JM

A greve dos médicos, convocada pelos dois sindicatos médicos, Sindicato Independente dos Médicos (SIM)  e Federação Nacional dos Médicos (FNM), tem início às 00:00 de dia 10 (4ª feira) e termina às 24:00 de dia 11 (5ª feira) podendo afectar todos os Serviços e Estabelecimentos portugueses onde os trabalhadores médicos exerçam funções.

Em Carta aberta aos cidadãos portugueses pode ler-se:
“Os Médicos paralisam a sua actividade durante 2 dias, no dia 10 e 11 de Maio de 2017, não prestando trabalho normal, nem trabalho extraordinário. No respeito pelos nossos doentes e no cumprimento das normas deontológicas que nos guiam, serão escrupulosamente cumpridos os serviços mínimos, os mesmos que são disponibilizados nas 24 horas de domingos e feriados. Durante a greve médica os médicos garantem a prestação dos cuidados de quimioterapia e radioterapia, diálise, urgência interna, dispensa de medicamentos para uso hospitalar, imunohemoterapia, recolha de órgãos e transplantes, cuidados paliativos em internamento, e ainda a punção folicular na procriação medicamente assistida a decorrer no SNS.”

Esta greve é “explicitamente” apoiada pela Ordem dos Médicos e pelas associações médicas sectoriais e movimentos autónomos médicos, por especialistas e por internos.

A exigência de redução do número de horas máximas de urgências para 150 horas anuais, a reposição integral do pagamento das horas extraordinárias, a imposição de um limite de 12 horas de trabalho em Serviço de Urgência como horário normal de trabalho, a melhoria dos incentivos à fixação em zonas e especialidades médicas carenciadas e a redução do número de utentes por médico de família são algumas das razões que levam a esta greve.

 

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