25 Jun 2017 | Cultura & Lazer | JM

Este festival pretende responder a um mote, unir os povos.

Tudo começou em em 1993 quando um grupo de estudantes italianos veio a Portugal para preparar um espectáculo de teatro e em Montemor-o-Novo conheceu José Saramago que acabou por lhes ceder os direitos italianos para o livro “O Ano de 1993”.

O projecto musical e cultural, que agora completa 25 anos, cresceu, abraçando dez países do Mediterrâneo e do mundo lusófono.

“Um projeto ambicioso, mas bem sucedido, que todos os anos move artistas de todo o mundo, e que é embaixador de uma cultura muito pouco conhecida, ou por vezes olhada com desconfiança, mas que consegue sempre surpreender o público, envolvendo-o e fazendo-o aproximar-se.”

Neste que é o ano de todas as comemorações do Palácio Nacional de Mafra, espaço muito ligado a Saramago, este festival chega a Mafra, trazendo consigo música basca e italiana que fez do Jardim do Cerco o seu palco.

Ontem  foi possível assistir à música dos Korrontzi, um agrupamento oriundo do País Basco, Espanha, e hoje foi  vez de se ali apresentarem os italianos da Piccola Banda Ikona.

Duas apresentações com pouco público, mas que permitiram desfrutar de dois fins de tarde tranquilos ao som de muito boa música. Desta vez os poderes não se mobilizaram para trazer gente, a promoção também não foi muito abrangente, por isso foi possível ouvir estes dois grupos num ambiente intimista, pouco habitual num espaço aberto.

 

 

Pub

Achou este artigo interessante, partilhe-o com os seus amigos!

VISITE TAMBÉM A PRIMEIRA PÁGINA DO JORNAL DE MAFRA

Partilhe com os seus amigos!