03 MAI 2017 | Politica Local | JM

 

Não é uma inovação do concelho, e é comum a todos os partidos que estão no poder. Desde que há eleições em Portugal, nos meses que as antecedem, é uma “lufa-lufa”, um corrupio, uma azáfama de obras de todas as dimensões, em todo o concelho e com os mais variados orçamentos. Ele são novas estradas, estradas novas, pavimentações, rotundas, parques de estacionamento, requalificações, passeios, apelos e apoios a particulares para que colaborem no alindar e no reabilitar, pois há que apresentar obra e cara lavada no dia das eleições.

Este fenómeno resultará do facto de ainda sermos uma democracia recente e de haver sempre muito para fazer, uma vez que bem à portuguesa, só nos lembramos de Santa Bárbara quando troveja, ou há eleições. Exemplos? Os carrilhões do Palácio Nacional de Mafra que só vão ser reabilitados in extremis, como já tinha acontecido com os órgãos e, noutras latitudes, o Palácio da Ajuda, que vai finalmente ser concluído… 222 anos depois do início das obras.

Estes são os 5 últimos contratos de obras a cargo da GIATUL, todos por ajuste directo, atingindo um custo global na ordem dos 457.053,54 €.

 

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